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Festejos no Arraial da Praça Abrantes aquecem comércio informal

Festejos no Arraial da Praça Abrantes aquecem comércio informal


Festejos no Arraial da Praça Abrantes aquecem comércio informal

O período junino é um dos momentos mais esperados do ano, não só para quem aproveita as comemorações regionais para apreciar as deliciosas comidas típicas e dançar o tradicional forró pé de serra, mas também para garantir renda extra. Na Praça Abrantes, localizada no Centro da cidade, onde tem programação até o fim deste mês, 120 ambulantes veem a ocasião como oportuna para levarem um dinheirinho a mais para casa.



Depois de dois anos sem poder curtir os tradicionais festejos juninos por causa da quarentena, a população de Camaçari tem prestigiado as festas no município, que este ano acontecem de forma descentralizada. Em todos os lugares têm festas, e em todas as festas têm comerciantes informais como a artesã, Agrinalda de Souza, que revelou sua estratégia para escoar toda sua produção de presilhas personalizadas com fitas decoradas nos dias de festividade do Arraial da Praça Abrantes. “Meu método de vendas é a abordagem pessoal. Converso com as pessoas que passam aqui e apresento meus trabalhos. As vendas estão acontecendo melhor do que eu esperava”, comentou a empreendedora da empresa Guel Laços.



E opções do que comprar é o que não faltam. Além de artesanato, os frequentadores também encontram bebidas e comidas típicas, e lanches tradicionais. A moradora do Phoc III, Neide Capinam, aceitou o convite de uma amiga para trabalhar em uma barraca de cachorro-quente. Ela, cujo marido também está desempregado, vê as festas como uma ótima oportunidade para ajudar nas contas de casa. “Só vou saber no final, quando vou receber, mas espero vender muito e garantir um bom lucro”, comentou a ambulante.



Luiz Mário e Júnior Barlley, gestores da Coordenação de Eventos, setor vinculado à Secretaria do Governo (Segov) falaram com entusiasmo sobre o momento. “O que o prefeito Elinaldo esperava está acontecendo. Apesar de ter que cancelar o Camaforró, ele garantiu as festas nos bairros para possibilitar aos pequenos comerciantes e ambulantes a oportunidade de ganharem uma renda”, comentou Luiz, “e também beneficiar os artistas locais, que compõem 95% da grade das atrações, com mais de 300 apresentações, entre a sede e costa”, completou Barlley.

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