Gamificação facilita aprendizagem e reduz reprovações na disciplina de matemática

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Um sacrifício para muitos alunos, estudar matemática pode se tornar prazeroso e divertido. Essa é a proposta da startup de tecnologia educacional israelense, Matific, especializada em gamificação para o ensino matemático. Presente em mais de 50 países, a ferramenta inovadora chegou ao Brasil, reduzindo em 90% as reprovações na disciplina nas escolas onde foram aplicadas.

 A plataforma digital estará disponível em 2020 nas salas da ACBEU Maple Bear Canadian School, situada no bairro da Pituba, em Salvador, que está com matrículas abertas. Os estudantes do ensino fundamental terão acesso a mais de dois mil jogos divididos entre episódios, oficinas e situações problema.

De acordo com a diretora da ACBEU Maple Bear, Márcia Schwartz, a Matific vai permitir que os alunos apliquem os conceitos de matemática em desafios reais e avancem do concreto ao abstrato. “O uso da tecnologia facilita a compreensão profunda dos assuntos, já que os estudantes aprendem enquanto brincam, tornando as atividades lúdicas e instigantes e promovendo a curiosidade”, explica.

O emprego de inovação em sala de aula está alinhado à proposta pedagógica da ACBEU Maple Bear Canadian School, que também incorporou a Educação Maker e conceitos de Pensamento Computacional ao currículo da escola. Esses recursos permitem desenvolver habilidades cognitivas e sociais para preparar os alunos para o século XXI, estimulando o raciocínio lógico, pensamento crítico, criatividade, senso de comunidade e inteligência emocional.

 Essas características são ainda mais estimuladas por meio da metodologia canadense empregada nas unidades da ACBEU Maple Bear Canadian School, na avenida Magalhães Neto, em Salvador, e na região de Busca Vida, na Estrada do Coco, que promove o ensino bilíngue através da imersão no segundo idioma.

 A educação bilíngue do Canadá é destaque no PISA, programa internacional que produz indicadores sobre a efetividade do ensino em matemática, leitura e ciências. Esse modelo educacional garante a construção nos estudantes do potencial de pensar, ler, falar, ouvir e escrever no novo idioma da mesma forma que a língua nativa. 

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