‘Nunca fui bolsonarista’, diz João Doria em entrevista

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(Brasília - DF, 23/04/2019) Audiência com Ernesto Araújo, Ministro de Estado das Relações Exteriores; Paulo Guedes, Ministro de Estado da Economia; Tarcísio Gomes de Freitas, Ministro de Estado da Infraestrutura; Osmar Terra, Ministro de Estado da Cidadania; Santos Cruz, Ministro-Chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República; João Doria, Governador do Estado de São Paulo; Henrique Meirelles, Secretário Estadual da Secretaria da Fazenda e Planejamento, e Antonio José Imbassahy da Silva, Secretário Especial e Chefe do Escritório do Governo do Estado de São Paulo em Brasília. Credito: Marcos Corrêa/PR

Eleito em 2018 com o “Bolsodoria”, governador de SP diz em entrevista que apenas ‘incorporou’ o slogan

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse que nunca foi bolsonarista e que apenas “incorporou” o slogan “BolsoDoria” na eleição de 2018, em que chegou a usar camisetas no 2º turno pedindo votos também para o então candidato Jair Bolsonaro (PSL). A declaração foi dada em entrevista à GloboNews.

“Nunca fui bolsonarista. O ‘Bolsodoria’ não fui eu criei. Esse movimento nasceu no interior de São Paulo, mas eu incorporei. Eu jamais votaria no Fernando Haddad (PT, adversário de Bolsonaro no 2º turno). Naquelas circunstâncias, uma eleição em que eu enfrentava todos os partidos de esquerda e até parte do meu partido, com Bolsonaro contra essa esquerda, qual era meu caminho?”, afirmou o tucano.

Doria reiterou as críticas que fez ao discurso do presidente na Assembleia-Geral da ONU, marcado por ataques ao socialismo. O governador voltou a chamar a fala de Bolsonaro de “inadequado” e defendeu seu direito à crítica. “Eu não perco meu espírito crítico. Mas faço isso de forma educada, não fico vociferando contra esse ou aquele equívoco. Eu tenho direito à crítica.”

Apontado como virtual adversário de Bolsonaro na eleição de 2022, Doria disse que não faz crítica “eleitoral”. “Não é hora de confronto e de debater eleição. Considero que esse é um tema para daqui três anos.”

(Com O Estado de S. Paulo)

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