
Quer receber notícias do Bahia Diário?
Varejo baiano volta a crescer em maio e supera média nacional, aponta IBGE
As vendas do comércio varejista da Bahia voltaram a crescer em maio de 2026, interrompendo dois meses consecutivos de queda. Segundo dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgados nesta quinta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor avançou 0,9% na comparação com abril, desempenho superior ao registrado no Brasil, que teve alta de 0,1%.
Na comparação com maio de 2025, o varejo baiano também apresentou resultado positivo, com crescimento de 0,8%, alcançando 14 meses consecutivos de expansão. O índice ficou acima da média nacional, que foi de 0,4%.
Supermercados e combustíveis puxam alta
O desempenho do comércio baiano foi impulsionado principalmente pelos segmentos de hipermercados, supermercados, alimentos, bebidas e fumo, que cresceram 2,5%, além de combustíveis e lubrificantes, com alta de 3,2%.
Também registraram crescimento os setores de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, perfumaria e cosméticos (3,8%) e livros, jornais, revistas e papelaria.
Por outro lado, alguns segmentos apresentaram retração, com destaque para equipamentos de informática e comunicação (-12,6%), móveis e eletrodomésticos (-10,3%) e tecidos, vestuário e calçados (-9,2%).
Acumulado do ano
Acumulado de 12 meses
Nos 12 meses encerrados em maio, o varejo baiano acumula crescimento de 3,5%, resultado superior ao nacional (1,4%) e o 8º maior entre as unidades da Federação.
Varejo ampliado também avança
O chamado varejo ampliado, que inclui as vendas de veículos, material de construção e atacarejos, também apresentou crescimento no estado.
Na comparação com abril, o setor avançou 1,9%, enquanto frente a maio de 2025 a alta foi de 2,9%, superando o desempenho nacional, que registrou retração de 0,6%.
O resultado foi impulsionado principalmente pelo crescimento das vendas no atacado especializado em alimentos e bebidas (12,1%) e no setor de veículos, motos, partes e peças (5,7%). Já o segmento de material de construção recuou 0,4%.
Varejo ampliado